É quase irresistível. Você olha para o farol amarelado da sua moto e pensa: "Vou colocar um LED". A promessa é tentadora: visual moderno, luz branca "tipo xenon" e, teoricamente, um consumo menor de energia. No entanto, o que muitos motociclistas ignoram é que o sistema elétrico de uma moto não funciona como o de um carro.
Mudar uma lâmpada halogênea original por um kit de LED de baixa qualidade ou mal dimensionado pode ser o início de um efeito dominó que termina com um guincho e uma conta salgada no mecânico.
Diferente do alternador de um carro, a maioria das motos utiliza um sistema de ímã permanente. Isso significa que o estator está sempre gerando a carga máxima permitida pela rotação do motor.
Quando você instala um LED que consome muito pouco, o retificador é forçado a trabalhar no limite da sua capacidade térmica para aterrar o excesso de energia.
Excesso de energia → Trabalho forçado do retificador → Superaquecimento → Queima dos componentes.
O calor excessivo degrada os diodos internos. Se o componente entrar em curto, ele pode enviar uma sobrecarga de até 18V para a moto, queimando o painel, a ECU e até a bateria.
O estator fica dentro do motor, banhado em óleo. Quando o sistema trabalha sobrecarregado para dissipar a sobra do LED, o verniz isolante dos fios de cobre começa a "cozinhar", levando a um curto-circuito entre as fases.
Lâmpadas LED de procedência duvidosa não possuem bons filtros. O "driver" do LED pode gerar ruído elétrico que retorna pelo chicote, causando oscilações na marcha lenta e leituras erradas nos sensores da injeção eletrônica.
Se você deseja fazer a mudança, siga estas orientações fundamentais:
Precisando de Retificador ou Chicote?
👨🔧 Fale agora com um de nossos especialistasOu chame no WhatsApp: (16) 99138-9138
Industria brasileira especializada no desenvolvimento e produção e venda de reguladores retificadores de voltagem